É meia noite e simplesmente não consigo fechar os olhos, por mais cansados que eles estejam.
Aguardo ansiosamente pela manhã, para tentar perdoar a mim mesma o facto de ter desperdiçado tantos momentos, acorrentada a emoções e a sonhos completamente platónicos.
Ouço e vejo, todos os dias, tudo o que me tem afagado a força.
Raro é o dia em que o sono é tranquilo e ainda mais raro é o dia em que sou sincera comigo mesma. No entanto, imagino que amanhã terei outro objectivo e isso fará surgir novas esperanças.
Em vão...
Agora apercebo-mo de que sou escrava de mim mesma e de ti, e que toda a vontade de emergir se desmonora.
Completamente exausta.
Subscribe to:
Post Comments (Atom)
No comments:
Post a Comment