Quando os sonhos acabam, nem assim descem ao chão.
Continuam a sobrevoar as cabeças desvairadas à espera que as olhem debaixo a pedir que a varinha de condão lhes toque.
Mas há coisas que nem nas varinhas de condão estão, mas sim nas nossas mãos.
De fadas e varinhas estão os nossos sonhos cheios.
Nem tudo está ao encargo delas.
Lúcia Rocha
*da cor dos sonhos
Subscribe to:
Post Comments (Atom)
No comments:
Post a Comment